
Feliz ano-novo...
Não é isso que dizem?
"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,a que se deu o nome de
ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar
no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar
e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra
vez, com outro número, outra vontade de acreditar, que daqui para adiante
vai ser diferente."
Uma mulher bonita causa mais do que atração nos homens: faz eles desejarem mais dinheiro na mesma hora, mesmo que saiam perdendo a longo prazo. O fato é senso comum entre os publicitários que usam modelos em suas campanhas, mas acaba de ser embasado por dois psicológos da Universidade McMaster, no Canadá.
Os pesquisadores Margo Wilson e Martin Daly mostraram para 209 estudantes, homens e mulheres, fotos de pessoas atraentes do sexo oposto. Depois, perguntaram se eles prefeririam um cheque entre US$ 15 e US$ 35 amanhã ou um entre US$ 50 e US$ 75 outro dia no futuro. Após olharem as beldades, a maioria dos homens preferiu a gratificação imediata ao bônus maior. A vontade das mulheres não foi alterada pela visão de homens bonitos nem a dos homens ao verem mulheres de beleza comum ou carros de luxo.
Os cientistas já sabiam que a maioria dos animais prefere recompensas menores imediatas do que maiores no futuro. Isso também ocorre entre os humanos, mas os valores que levam a decisões desse tipo variam entre as pessoas. Se o bônus futuro for grande o suficiente, a maioria prefere esperar. Há casos, no entanto, em que os humanos não se comportam dessa maneira, como no caso de viciados, que preferem um pouco de droga agora do que muito mais no futuro.
Apesar de ainda não terem desvendado os mecanismos psicológicos que levam a essas decisões, os psicólogos supõem que a visão de uma bela mulher resulta em atração, ativando os mecanismos neurais associados com a oportunidade sexual. Isso pode fazer com que eles queiram dinheiro imediato para impressionar essas mulheres. Esse comportamento pode ter sido um traço evolutivo vantajoso: homens com mais recursos têm mais chances de conseguir a garota que desejam.
O estudo também sugere que as áreas do cérebro acionadas por um rosto bonito estão ligadas àquelas que calculam as recompensas. Os cientistas pretendem agora estudar se os homens também desejam outros recursos para impressionar as garotas, como comida ou presentes, e se homens mais velhos ou casados são imunes aos efeitos de uma bela face feminina.
Na Internet é normal ver sites que ostentam manias e coleções estranhas. Mas ninguém foi tão fundo quanto Frank La Ros, que resolveu montar seu museu digital particular, intitulado Frank's Vinyl Museun, o lar dos discos de vinil esquisitos.
A estrutura do site é extremamente simples: os discos estão divididos em ordem alfabética. Ao clicar na obra que se deseja, abre-se uma página com a imagem da capa um pouco maior (que também está disponível em tamanho natural) e comentários sobre os discos e as músicas. Em todos os casos, Frank oferece aos internautas algumas faixas dos discos, que podem ser ouvidas por streaming.
Outro detalhe interessante da página, que tem um dos papéis de fundo mais antiquados da história da internet, é que os internautas podem deixar seus comentários sobre as músicas.
Entra as prediletoas do site está um disco cover dos Beatles feito por cães chamado Beatle Barkers (no original, Barkers se refere a aquele que late, sem ser necessariamente um cão). De extremo mal gosto, a idéia chega a ser engraçada - Love Me Do e I Saw Her Standing estão disponíveis no site. A capa do LP também não fica atrás: quatro cães, com franjinhas e terno, sobre um palco e empunhando instrumentos.
Há ainda centenas de belas capas no site, como o disco gravado por Telly Savalas, o Kojak e a pérola de Muhamad Ali, o ex-boxeador, que traz uma mensagem positiva para as crianças (que elas escovem sempre os dentes). A capa deste LP, intitulado Ali and His Gang vs Mr Tooth Decay, é de beleza surreal: com Ali ao lado de um arco-íris. Vale a visita. E mais ainda a cuidadosa audição.
Eu entrei no avião e ela veio em seguida. Linda. Bem vestida, cheirosa.
Maravilhosa. Passou por mim como uma deusa, ciente de sua majestade. Fiquei impressionado. Como pode existir uma mulher assim?
Pois no vôo de volta, lá estava ela outra vez. Que sorte a minha! Desci do avião e entrei naquele ônibus desgraçado de Congonhas, a caminho da ala de desembarque. Vi que ela vinha ao longe, puxando sua malinha e mais uma vez apreciei o desfilar da deusa. Aí ela torceu o pé e caiu. Levando junto toda minha admiração pela deusa que, agora, não passava de um desconjuntado monte de carne e roupa, descabelado e amassado, esparramado no chão. Não sei o que foi pior, o ridículo da situação ou o choque que destruiu em mim aquela aura mítica, da deusa intocável.
Lembrei de um presidente dos EUA caindo na escada do avião. Lembrei da
supermodelo torcendo o pé na passarela. E daquela miss que nos anos 70 desabou ao descer a escada...
O preso Alexandro Gonçalves, 24, protagonizou uma tentativa de fuga espetacular, ontem, em Jundiaí, interior de São Paulo.
Alexandro, que cumpre pena num presídio do interior paulista, foi retirado da cela por policiais e, algemado, seguiu para o Fórum de Jundiaí. Enquanto aguardava audiência, Alexandro quebrou um dos ossos da própria mão para conseguir libertar-se das algemas.
Com as mãos livres, correu pelo Fórum, abriu uma janela e saltou do segundo andar do prédio para a rua. Alexandro subiu num ônibus em movimento para seguir na fuga. A polícia, no entanto, cercou o coletivo e conseguiu recapturar o fugitivo.
A audiência no Fórum poderia conceder benefícios ao preso, que se comporta bem na cadeia. Agora, Alexandro terá os benefícios suspensos.
Em plena era de Internet comercial, o spam é uma das principais perturbações para internautas, administradores de redes e provedores, de tal forma que o abuso desta prática já se tornou um problema de segurança de sistemas. Além disso, é também um problema financeiro, pois vem trazendo perdas econômicas para uma boa parte dos internautas e lucro para um pequeno e obscuro grupo.
Mas originalmente, SPAM foi o nome dado a uma marca de presunto picante (SPiced hAM, em inglês, de onde surgiu a sigla) enlatado da Hormel Foods, uma empresa norte-americana que vende o produto desde 1937. E como o nome de uma comida enlatada se tornou sinônimo de uma das piores pragas da Internet? A resposta é, curiosamente, o grupo de comediantes britânicos Monty Python.
Em um quadro de seu programa de TV na década de 70, eles encenaram uma cena surreal em um restaurante que servia todos os seus pratos com SPAM. A garçonete descreve para um casal de clientes os pratos repetindo a palavra "spam" para sinalizar a quantidade de presunto que é servida em cada prato. Enquanto ela repete "spam" várias vezes, um grupo de vikings que está em outra mesa começa a cantar "Spam, spam, spam, spam, spam, spam, spam, spam, lovely spam! Wonderful spam!", interrompendo-a.
A primeira mensagem não-solicitada enviada por e-mail de que se tem notícia foi um anúncio da DEC, fabricante de computadores, que falava sobre a nova máquina DEC-20, em 1978. A mensagem, que foi enviada na ARPAnet (Advanced Research Projects Agency Network, rede de pesquisa avançada do Departamento de Defesa dos EUA, que deu origem à Internet), dava detalhes sobre o novo produto e convidava as pessoas para apresentações na Califórnia. O spam gerou polêmica na rede por violar as regras de uso da ARPAnet e um dos comentários mais curiosos da época é o do guru do GNU/Linux, Richard Stallman. No comentário, Stallman diz que não acha o spam um problema, posição totalmente contrária à que tem hoje.
Atualmente, a Hormel Foods ainda detém a marca registrada SPAM, além de um site com o domínio Spam.com, no qual se encontram informações legais e de copyright sobre a marca, links para suvenires e lembranças com o nome SPAM, fotos ampliadas de latas de SPAM e até um museu do SPAM, que obviamente não tem nada a ver com o site anti-spam de mesmo nome que havia no Brasil até o início deste ano.
Na verdade, a Hormel mantém certas reservas em relação à identificação de sua marca com uma prática comercial que vem despertando a ira de consumidores da Internet mundial. Em seu site, a empresa faz questão de frisar que se opõe ao envio de mensagem comercial não-solicitada e nunca se engajou nessa prática. Mas afirma que não vê problema no uso da gíria "spam" para designar tais mensagens, contanto que a imagem do produto que vende não seja associada com o termo e que, relacionada a mensagens eletrônicas, a palavra seja escrita com letras minúsculas. A palavra SPAM, com letras maiúsculas, deve ser usada apenas para indicar o produto alimentício, de acordo com o desejo da Hormel.