20 de janeiro de 2006

http://www.discosantigos.com/

Não é só o que você está pensando...
_Papai papai!
_Como se faz pra matar elefante branco?
_Simples querida, pegue uma arma de matar elefante branco e mate ele.

_Papai papai!
_Como se faz pra matar elefante roxo?
_Simples querida, dê um susto nele, ele fica branco, então pegue uma arma de matar elefante branco e mate ele.

_Papai papai!
_Como se faz pra matar elefante verde?
_Simples querida, amarre a tromba dele, ele fica roxo, depois dê um susto, ele fica branco, então pegue uma arma de matar elefante branco e mate ele.


eu sei eu sei, mas é que eu não resisti!

11 de janeiro de 2006


Bowie e Cream recebem Grammy "tardio"

O astro britânico David Bowie, o grupo de rock Cream e o blueseiro Robert Johnson receberão o prêmio especial do Grammy pelo conjunto da obra na cerimônia que acontece em 8 de fevereiro, em Los Angeles.

Considerada tardia, a premiação fará jus ao Cream, banda que teve uma vida curta nos anos 60, mas influenciou uma legião de músicos em todo o mundo. Como um grupo, Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker nunca ganharam um Grammy. Já Bowie levou um prêmio em 1985.

Robert Johnson, ícone do blues morto em 1938, também homenageado com o prêmio, assim como o comediante Richard Pryor, morto no fim do ano passado --ele não era cantor, mas seus discos humorísticos já levaram cinco Grammys durante a sua carreira.

O cantor country Merle Haggard (dois Grammys e concorrendo neste ano a um terceiro, pela música "Politically Uncorrect", interpretada por Gretchen Wilson) e a cantora lírica Jessye Norman também serão agraciados na cerimônia

Fonte: Folha Online

Criador do LSD completa 100 anos e defende droga


O químico suíço Albert Hofmann, que descobriu o LSD há mais de 60 anos, comemorou nesta quarta-feira seu centésimo aniversário, aproveitando a ocasião para tentar reabilitar uma invenção que, segundo ele, teria virtudes curativas.

Albert Hofmann receberá neste fim de semana em Bâle, onde mora há anos, as homenagens de cientistas do mundo inteiro, durante um simpósio consagrado a esta substância alucinógena hoje completamente proibida. Hofmann descobriu a substância por acaso em seu laboratório, em 1943.

"Considero-me um suíço comum, que ama a simplicidade", declarou ele numa entrevista publicada na quarta-feira pelo jornal Tages Anzeiger.

Albert Hofmann, que não tem nada a ver com a família Hoffmann-LaRoche, do grupo Roche, fez carreira de pesquisador no Sandoz, um dos três grandes grupos farmacêuticos de Bâle, entre 1929 e 1971.

Foi lá que ele descobriu "por acaso" esta droga alucinógena, quando uma gota de uma substância química com a qual ele trabalhava, a dietilamida do ácido lisérgico (LSD 25), caiu em sua mão. Hofmann experimentou a substância e sentiu estranhas sensações, angústia, vertigens e alucinações.

Três dias depois, ele testou novamente a substância, desta vez voluntariamente, e sentiu os mesmos efeitos. "O meu eu desapareceu num estado místico, o céu e a terra se juntaram, eu me senti como parte integrante do universo, entrando num novo estado de consciência", explicou ele, para descrever os efeitos do LSD.

"Sob o efeito do LSD, vemos, ouvimos e sentimos de forma diferente, de maneira muito intensa, e isto apenas com uma dose ínfima", explica Albert Hofmann.

O Sandoz produziu LSD sob forma de comprimido e ampolas, entre 1947 e 1966, quando foi proibido. A substância se tornou a droga predileta dos anos 1960 entre os hippies.

Até então, a substância era utilizada sobretudo na psiquiatria para tratar doentes que já não reagiam a nenhum remédio. Com o LSD, esses doentes "eram estimulados, num certo sentido eles despertavam", declara Albert Hofmann.

O químico deseja que a substância seja novamente autorizada após as conclusões do congresso que será celebrado no próximo fim de semana (13 a 15 de janeiro) em Bâle, intitulado "LSD - enfant terrible e droga milagrosa".

Para Hofmann, o LSD ajuda a atenuar o sofrimento, sobretudo em doentes terminais que não reagem mais à morfina.

Fonte: Terra Online

3 de janeiro de 2006




MELANCOLIA

O que é melancolia afinal?
Não é tristeza, não é saudade,
Não é moleza nem falta de vontade.
Não é emoção, não é sensação
Não é um tormento
Nem tampouco um sentimento.
É um querer acordar quieto
Com vontade de ninguém por perto
É querer ver o vento ventando
A lembrança lembrando
O cachorro passando
O casal namorando.
É sorrir com risada de criança
Na rede, embalar esperanças
O silêncio querer habitar
Calar, vendo a vida passar.
E agora, de uma forma branda,
Ao levantar de um dia na varanda
Me dou conta que a tal melancolia
Foi por hoje minha melhor companhia

Isabella Benicio Tedesco

2 de janeiro de 2006


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Tchaaaam...

...so pra avisar os amigos que ja migrei para minha terra natal e daqui mando saudações. Em breve mando mais noticias.

Cordiales saludos.