23 de abril de 2006



Wal-Mart dos EUA tem estacionamento de carroças

Em uma tentativa de agradar o consumidor, a maior rede varejista do mundo, o Wal-Mart, tem oferecido serviços e produtos diferenciados em algumas lojas. Em Middlefield, no estado norte-americano de Ohio, a loja oferece um estacionamento de carroças. O espaço foi criado para atender à quarta maior comunidade Amish daquele país, grupo religioso e cultural que restringe o uso de tecnologias como carros e eletricidade.
No interior da loja, as prateleiras também oferecem produtos consumidos por este grupo, como sopas de cevada e um fio utilizado por eles para tecer. Refrigeradores são mantidos com gelo, para evitar o uso de eletricidade. Ações em outras lojas incluem a venda de roupas orgânicas, lâmpadas econômicas e frutos do mar colhidos de forma sustentável.
A empresa tem feito diversas ações para afastar a imagem de gigante multinacional que explora os mercados e a mão-de-obra, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Nessa linha, um supermercado da rede Liverpool, na Inglaterra, criou 300 empregos, 60% deles ocupados por pessoas que estavam desempregadas há bastante tempo.

Fonte: Terra
Link: Amish

21 de abril de 2006


Recuerdos da 28

De vez em quando, quando boto a mão nos cobre,
Não existe china pobre nem garçom de cara feia,
Eu sou de longe donde chove não goteia
Não tenho medo de potro nem macho que compadreia.

Boleio a perna e vou direto pro retoço,
Quanto mais quente alvoroço muito mais me sinto afoito.
E o chinaredo que de muito me conhece
Sabe que perigo desse meu facão na 28.

Remancheio no boteco ali nos trilhos
Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho,
Ouço o mugido e o barulho da cordeona
E a velha porca retoçando no salão,
Quem nunca falta é um índio curto e grosso
De apelido de pescoço da rabona ao querendão.

Entro na sala no meio da confusão
Entro meio atarantado que nem cusco em procissão
Quase sempre cego assim meio com sede,
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance se não vejo alguém de farda eu grito:
- Me serve um liso daquela que matou o guarda.

Guardo o trabuco empanturrado de bala
Meu facão, chapéu e pala e com licença eu vou dançar,
Neste fandango levo a guaica recheada
Danço com a melhor china que não importo de pagar,
O meu cavalo eu deixo atado num palanque
E só não quero que ele manque quando terminar a farra.

E a milicada sempre vem fora de hora,
Mas eu saio porta a fora só quero ver quem me agarra.
Desde piazito a polícia não espero
Se estoura reboldoza me tapo de quero-quero,
Desde piazito a polícia eu não espero
Se estoura a reboldoza me tapo de quero-quero.

Musica de:
Alex Hohenbergger

16 de abril de 2006



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7 de abril de 2006

Qualquer pessoa que já tenha trabalhado em um empresa, da menor a maior, já sabia disso.

Alexandra Luong e Steven G Rogelberg devem ser dois cientistas CDFs que nunca sairam de dentro de um laboratório!