_Papai papai!
_Como se faz pra matar elefante branco?
_Simples querida, pegue uma arma de matar elefante branco e mate ele.
_Papai papai!
_Como se faz pra matar elefante roxo?
_Simples querida, dê um susto nele, ele fica branco, então pegue uma arma de matar elefante branco e mate ele.
_Papai papai!
_Como se faz pra matar elefante verde?
_Simples querida, amarre a tromba dele, ele fica roxo, depois dê um susto, ele fica branco, então pegue uma arma de matar elefante branco e mate ele.
eu sei eu sei, mas é que eu não resisti!
20 de janeiro de 2006
11 de janeiro de 2006
Bowie e Cream recebem Grammy "tardio"
O astro britânico David Bowie, o grupo de rock Cream e o blueseiro Robert Johnson receberão o prêmio especial do Grammy pelo conjunto da obra na cerimônia que acontece em 8 de fevereiro, em Los Angeles.
Considerada tardia, a premiação fará jus ao Cream, banda que teve uma vida curta nos anos 60, mas influenciou uma legião de músicos em todo o mundo. Como um grupo, Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker nunca ganharam um Grammy. Já Bowie levou um prêmio em 1985.
Robert Johnson, ícone do blues morto em 1938, também homenageado com o prêmio, assim como o comediante Richard Pryor, morto no fim do ano passado --ele não era cantor, mas seus discos humorísticos já levaram cinco Grammys durante a sua carreira.
O cantor country Merle Haggard (dois Grammys e concorrendo neste ano a um terceiro, pela música "Politically Uncorrect", interpretada por Gretchen Wilson) e a cantora lírica Jessye Norman também serão agraciados na cerimônia
Fonte: Folha Online
Criador do LSD completa 100 anos e defende droga
O químico suíço Albert Hofmann, que descobriu o LSD há mais de 60 anos, comemorou nesta quarta-feira seu centésimo aniversário, aproveitando a ocasião para tentar reabilitar uma invenção que, segundo ele, teria virtudes curativas.
Albert Hofmann receberá neste fim de semana em Bâle, onde mora há anos, as homenagens de cientistas do mundo inteiro, durante um simpósio consagrado a esta substância alucinógena hoje completamente proibida. Hofmann descobriu a substância por acaso em seu laboratório, em 1943.
"Considero-me um suíço comum, que ama a simplicidade", declarou ele numa entrevista publicada na quarta-feira pelo jornal Tages Anzeiger.
Albert Hofmann, que não tem nada a ver com a família Hoffmann-LaRoche, do grupo Roche, fez carreira de pesquisador no Sandoz, um dos três grandes grupos farmacêuticos de Bâle, entre 1929 e 1971.
Foi lá que ele descobriu "por acaso" esta droga alucinógena, quando uma gota de uma substância química com a qual ele trabalhava, a dietilamida do ácido lisérgico (LSD 25), caiu em sua mão. Hofmann experimentou a substância e sentiu estranhas sensações, angústia, vertigens e alucinações.
Três dias depois, ele testou novamente a substância, desta vez voluntariamente, e sentiu os mesmos efeitos. "O meu eu desapareceu num estado místico, o céu e a terra se juntaram, eu me senti como parte integrante do universo, entrando num novo estado de consciência", explicou ele, para descrever os efeitos do LSD.
"Sob o efeito do LSD, vemos, ouvimos e sentimos de forma diferente, de maneira muito intensa, e isto apenas com uma dose ínfima", explica Albert Hofmann.
O Sandoz produziu LSD sob forma de comprimido e ampolas, entre 1947 e 1966, quando foi proibido. A substância se tornou a droga predileta dos anos 1960 entre os hippies.
Até então, a substância era utilizada sobretudo na psiquiatria para tratar doentes que já não reagiam a nenhum remédio. Com o LSD, esses doentes "eram estimulados, num certo sentido eles despertavam", declara Albert Hofmann.
O químico deseja que a substância seja novamente autorizada após as conclusões do congresso que será celebrado no próximo fim de semana (13 a 15 de janeiro) em Bâle, intitulado "LSD - enfant terrible e droga milagrosa".
Para Hofmann, o LSD ajuda a atenuar o sofrimento, sobretudo em doentes terminais que não reagem mais à morfina.
Fonte: Terra Online
3 de janeiro de 2006
MELANCOLIA
O que é melancolia afinal?
Não é tristeza, não é saudade,
Não é moleza nem falta de vontade.
Não é emoção, não é sensação
Não é um tormento
Nem tampouco um sentimento.
É um querer acordar quieto
Com vontade de ninguém por perto
É querer ver o vento ventando
A lembrança lembrando
O cachorro passando
O casal namorando.
É sorrir com risada de criança
Na rede, embalar esperanças
O silêncio querer habitar
Calar, vendo a vida passar.
E agora, de uma forma branda,
Ao levantar de um dia na varanda
Me dou conta que a tal melancolia
Foi por hoje minha melhor companhia
Isabella Benicio Tedesco
2 de janeiro de 2006
http://www.chops.com/images/Ses03.jpg
Tchaaaam...
...so pra avisar os amigos que ja migrei para minha terra natal e daqui mando saudações. Em breve mando mais noticias.
Cordiales saludos.
29 de dezembro de 2005
Arábicas: onde encontrar álcool no Oriente Médio
A noite nos países árabes costuma ser agitada, as pessoas gostam muito de passeios, festas, música e conversa sob a luz da lua. Mas quem vem de um país ocidental se dá conta rapidamente da falta de algo normalmente associado a toda essa movimentação noturna: o álcool. O consumo de substâncias que afetam a consciência - especialmente o álcool - é considerado haram, um termo islâmico próximo da idéia de pecado. Não que seja muito difícil encontrar quem beba no Oriente Médio, mas, em geral, o consumo é discreto e está longe de fazer parte dos hábitos sociais mais comuns. A venda e o consumo de bebidas alcólicas são permitidos no Egito e na maioria dos países da região, mas são proibidos em diversas nações muçulmanas, como a Arábia Saudita e o Kuwait. Na Arábia Saudita, nem os perfumes podem conter álcool. Como no Kuwait as perfumarias não estão submetidas a essas regras, quem não tem dinheiro para ir ao mercado negro comprar vodka ou vinho - como os mais abastados - pode apelar para um porre de cosméticos baratos.
Fonte: Terra
12 de dezembro de 2005
Nasceu em Leipzig em 22 de maio de 1813; morreu em Veneza em 13 de fevereiro de 1883.
Ele tinha o dom de dar o que falar. Era um homem menor do que o normal, doentio, com a cabeça grande demais para o corpo. Tinha nervos ruins; era agonia para ele usar junto da pele qualquer coisa mais áspera do que a seda. E suas ilusões de grandeza tornavam-no um monstro de presunção.
Julgava-se um dos maiores dramaturgos do mundo, um dos maiores pensadores e um dos maiores compositores - Shakespeare, Beethoven e Platão em uma pessoa só. Era um dos conversadores mais exaustivos que já viveram. Um serão com ele era um serão passado ouvindo um monólogo . Algumas vezes era brilhante, outras horrendamente enfadonho. Tinha sempre um único assunto de conversa: ele mesmo.
Escrevia óperas. E apenas tinha uma história, convidava - ou, antes, convocava - uma multidão de amigos a sua casa e a lia alto para eles. Não para ouvir críticas e sim aplausos. E sentava-se ao piano diante de grupos de que faziam parte alguns dos melhores pianistas do seu tempo e tocava para eles durante horas... a sua própria música.
Era quase inteiramente destituído de senso de responsabilidade. Nunca lhe ocorreu que tinha qualquer obrigação de se manter. Estava convencido de que o mundo lhe devia o sustento. Tomava dinheiro emprestado de todo o mundo: homens, mulheres, amigos e estranhos. Não encontrei registro algum de que ele alguma vez pagasse a alguém que não tivesse documento legal que obrigasse ao pagamento. Escrevia cartas suplicantes às dezenas, algumas vezes oferecendo ao seu benfeitor o privilégio de contribuir para o seu sustento e mostrando-se mortalmente ofendido se o destinatário declinava da honra.
Era igualmente inescrupuloso em outros sentidos. Passou através de sua vida uma interminável procissão de mulheres. Sua primeira mulher levou 20 anos perdoando-lhe infidelidades. A segunda era esposa de seu mais dedicado amigo, do qual a roubou. E já enquanto estava tentando persuadi-la a deixar o marido escrevia a um amigo perguntando-lhe se podia sugerir-lhe alguma mulher rica - qualquer mulher rica - com quem ele pudesse casar pelo dinheiro.
O nome desse monstro era Richard Wagner. Tudo o que eu disse a respeito dele se encontra documentado - em jornais, nos arquivos da polícia, no testemunho de pessoas que o conheceram, em suas cartas. E o curioso de tudo isto é que não tem a mínima importância. Porque esse homenzinho doentio, desagradável e fascinante esteve certo durante todo o tempo. Ele era realmente um dos mais estupendos gênios musicais que o mundo já viu. O mundo devia-lhe realmente a manutenção.
Ouvindo sua música, nós não o perdoamos pelo que ele possa ter sido. Não se trata de perdão. É uma questão de se ficar mudo de espanto pelo fato de seu pobre cérebro e seu pobre corpo não estourarem sob o tormento do demônio, da energia criadora que vivia dentro dele, lutando, esbracejando, arranhando para se libertar. O milagre é que o que ele fez no pequeno espaço de 70 anos possa ter sido feito, mesmo por um grande gênio. É de admirar que ele não tivesse tempo para ser homem?
Condensado de "The Reader's Digest", abril de 1937. "A Musical Monster". De Deens Taylor. Copyright, 1937, de The Reader's Digest Assn., Inc.
2 de dezembro de 2005
'Bando' de esquilos mata cachorro em parque da Rússia
Moradores da área acreditam que a fome pode estar levando os esquilos a atos extremos
Esquilos morderam um cachorro abandonado até a morte em um parque da Rússia, sendo informações da imprensa local.
Freqüentadores do parque teriam chegado tarde demais para interromper o ataque dos esquilos negros no vilarejo no extremo leste da Rússia.
O ataque foi relatado em um parque no centro de Lazo, um vilarejo no Território Marítimo, e teve três moradores como testemunhas.
O cachorro teria latido para os esquilos, que o atacaram durante um minuto. Ao avistar os freqüentadores do parque, os esquilos teriam fugido, alguns ainda carregando pedaços de carne entre os dentes.
[leia mais...]
Fonte: BBC
25 de novembro de 2005
Menudo faz show em casa noturna
Menudo faz show em casa noturna
Após cancelar o show que faria no Olympia, a banda Menudo decidiu fazer uma apresentação na casa noturna Trash 80's da Vila Olímpia (zona sul), neste sábado (26), a partir das 22h30.
A turnê "La Reunión" comemora os 25 anos da boy band porto-riquenha, que já teve no elenco o cantor Ricky Martin. Sucesso nos anos 80, o grupo vendeu 20 milhões de discos nos Estados Unidos e na América Latina.
Roy Rosseló, Raymond Acevedo, Ruben Gómez, Anthony Galindo e Caleb Avilés são os cinco integrantes da banda atualmente, que apresentará sucessos como "Não Se Reprima", "Sabes a Chocolate" e "Indianapolis".
Além do show, a Trash 80's terá, no sábado, festa conta com os DJs Catatau e Wander Yukio, e com o VJ Rafinha Bastos, que discotecam para o público.
*MENUDO - LA REUNIÓN*
*Quando*: Sábado (26), a partir das 22h30 (abertura da casa).
*Onde* rua Julio Diniz, 176, Vila Olímpia. Tel.: 0/xx/11/3262-4881
*Quanto*: R$ 30
Fonte: Folha Online
21 de novembro de 2005
Plenário do Senado vira palco de reclamações sobre futebol
Quero virar político... AGORA!
Segunda-feira não é dia de trabalhar...
O senador Paulo Paim (PT-RS) abriu os trabalhos do plenário desta segunda-feira com um discurso que não tratou, por exemplo, da votação do processo de cassação de José Dirceu (PT-SP) ou dos depoimentos que serão prestados pelo ministro da Fazenda, Antonio Palocci, sobre denúncias de corrupção. Paim usou a palavra para reclamar do erro de arbitragem cometido pelo árbitro da partida de ontem entre Corinthians e Internacional, Márcio Rezende de Freitas.
"Eu fiquei tão indignado como todas as pessoas deste país. Todos concordam que foi uma injustiça", afirmou o senador, que chegou a sugerir mudanças nas regras para que jogos com erros de arbitragem evidentes sejam anulados. "Com o avanço tecnológico e da televisão, quando o erro for constatado o correto seria anular o jogo e fazer outra partida", afirmou.
O corinthiano Álvaro Dias (PSDB-PR) protestou, não pela reclamação do senador gaúcho diante do resultado que pode comprometer as chances do Internacional de conquistar o título do Brasileiro. "Aqui não é local apropriado para esse debate", afirmou Dias.
Mesmo assim, Paim continuou com as reclamações. Depois, concluídos os protestos, o senador usou os minutos restantes para falar sobre o Estatuto da Igualdade Racial.
A segunda-feira no plenário do Senado é dia reservado a discursos. Não há votação de projetos conforme estabelece o regimento da Casa e, por conta disso, poucos são os parlamentares que marcam presença.
Fonte: Folha Online
16 de novembro de 2005
PedroOrtaça - Finado Trançudo
Pedro Ortaça - Finado Trançudo
Entro na perna do pato
Saio na perna do pinto
Do preto faço a brancura
Do branco faço o retinto
E do sereno da noite
Um litro de vinho tinto
...
Do verde faço maduro
Dum prego faço uma tacha
Em tempo de chuva grande
Faço o rio voltar pra caixa
...
Sou meio deus meio diabo
Meio herege meio santo
Sou reza
Sou impropério
Sou berro e sou acalanto
Mas sou eu, de alma inteira
Na tradução do meu canto
1 de novembro de 2005
Investimentos
O Novo Mercado é um segmento de listagem destinado à negociação de ações emitidas por empresas que
se comprometem, voluntariamente, com a adoção de práticas de governança corporativa e disclosure
(maior transparência) adicionais em relação ao que é exigido pela legislação. As empresas deste
segmento estão divididas em três diferentes níveis (Níveis 1, 2 e Novo Mercado). Atualmente, existem 15
empresas listadas no Novo Mercado, 34 empresas no Nível 1 e 9 listadas no Nível 2. Cada nível superior
contém todas as exigências do anterior e mais as que lhe competem.
As empresas que estão listadas em algum dos três níveis do Novo Mercado, compõem o chamado Índice
de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC). O IGC tem por objetivo medir o desempenho
de uma carteira teórica composta por ações de empresas que apresentem bons níveis de governança
corporativa. O peso de cada ação no índice é calculado pelo valor de mercado das ações em circulação
(free-float) das respectivas companhias, ponderado pelo nível de participação no Novo Mercado (Novo
Mercado tem peso 2, Nível 2 peso 1,5 e Nível 1 peso 1).
O movimento de governança corporativa ganhou força nos últimos dez anos, tendo nascido e crescido,
originalmente, nos Estados Unidos e na Inglaterra e, a seguir, se espalhando por muitos outros países. No
Brasil, os conselheiros profissionais e independentes começaram a surgir basicamente em resposta à
necessidade de atrair capitais e fontes de financiamento para a atividade empresarial, o que foi acelerado
pelo processo de globalização e pelas privatizações de empresas estatais no País. No Brasil, este
documento foi preparado pelo IBGC pela primeira vez em maio de 1999.
Para maiores informações sobre o IGC, consulte o site do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa
(www.ibgc.org.br). No site da Bovespa (www.bovespa.com.br) podem ser encontradas a composição do
IGC e as empresas listadas no Novo Mercado.
Para não perder a viagem, segue abaixo lista com as empresas que compõem o IGC:
- CCR Rodovias
- Sabesp
- CPFL Energia
- Cyrela Realt
- Dasa
- Energias BR
- Grendene
- Light
- Localiza
- Lojas Renner
- Natura
- OHL Brasil
- Porto Seguro
- Renar
- Submarino
Fonte: Instituto Nacional de Investidores
25 de outubro de 2005
21 de outubro de 2005
Documentário "O Projeto Goebbels" recita profecias do nazista
*MARCOS GUTERMAN*
da *Folha de S.Paulo*
Como bom dirigente nazista, Joseph Goebbels era dado a profecias. Mas
ele foi muito além das conhecidas "previsões" sobre o futuro sombrio dos
judeus da Europa, que todo líder do Terceiro Reich gostava de recitar, a
começar por Hitler. O documentário "O Projeto Goebbels" mostra que ele
era bem mais sofisticado: suas teorias sobre comunicação política são
assustadoramente pertinentes nestes dias em que estadistas resultam da
milimétrica elaboração de marqueteiros.
Com sensibilidade instintiva, Goebbels formulou a estrutura de
propaganda da Alemanha nazista, um dos pilares do regime, ao lado do
terrorismo. Certo de que a história lhe daria razão, ele argumenta: "Não
há bom governo sem propaganda". Idéias como essa conferiam a Goebbels
brilho próprio num universo criado para fazer apenas Hitler reluzir.
[...]
O ministro demonstra, porém, que não há boa propaganda sem um bom
"produto": Hitler. Num dos melhores momentos do filme, o ministro
disseca a capacidade oratória do führer. Afirma que nada se compara a
ele no que diz respeito à "harmonia entre palavra, gesto, expressão" --e
a prova disso é uma imagem em que Hitler, durante um discurso, demonstra
domínio total da situação e explora longos segundos de silêncio para
eletrizar a audiência.
Mas o que torna Goebbels inquietante é sua capacidade de antecipar o
futuro da comunicação na nascente sociedade de massa. Ele prevê o
sucesso da TV, comenta o alcance do cinema e planeja estratégias com a
imprensa. "A nova geração é midiática", afirma. Nada mais profético.
*O Projeto Goebbels* (The Goebbels Experiment)
*Quando:* amanhã, às 17h40, no Cineclube Vitrine; e dias 28, às 18h30,
no Espaço Unibanco; e 30, às 14h, no Reserva Cultural - São Paulo
Fonte: Folha Online
18 de outubro de 2005
29 de setembro de 2005
Morreu, por volta das 0h30 desta quinta-feira, 29, a violeira Helena Meirelles, 81 anos. A "dama da viola", a única brasileira que está entre os 100 nomes da guitarra de todos os tempos, eleitos pela revista norte-americana Guitar Player, morreu em casa, em Campo Grande (MS), vítima de parada cardiorespiratória.
...
Nos últimos dias, a violeira permaneceu no CTI do hospital, mas apresentava melhora, chegando, inclusive, a respirar sem a ajuda de aparelhos.
Nascida em uma fazenda no Pantanal, Helena Meirelles desde a infância apresentava amor pelas violas caipiras, mas a família não deu apoio para que aprendesse a tocar. Ela aprendeu a tocar escondida. Aos 17 anos, ela se casou, obrigada pelos pais. Logo depois, se separou do marido para viver com um músico, que tocava violão e violino.
(Fonte: Terra)
22 de setembro de 2005
16 de setembro de 2005
8 de setembro de 2005
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(Ferreira Gullar)
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(Ferreira Gullar)
9 de agosto de 2005
"Resistir é inútil". Se você é um fã de Star Trek, ouvir estas palavras imediatamente dispara um pensamento: o Borg. O Borg é o último pesadelo: a humanidade, escravizada por um computador. Com sorte, talvez isto seja apenas ficção. Ou não?
Em Star Trek, ele vem em um cubo. Uma nave espacial enorme, cheia de milhões de pessoas. Bem - elas não são exatamente 'pessoas'. Elas são o Borg. As pessoas no cubo não tem vontade nem mente próprias. Eles são Um. Conectadas ao mainframe chamado 'o Borg'. São cyber-escravos. Pobres criaturas.
Mas isto é ficção científica, certo? Não exatamente. Falando assim até parece que eles estão logo depois da esquina esperando pela chance ideal. Não virá em um cubo do espaço, mas do lugar onde você está exatamente agora: a Internet. E se vier, a resistência vai ser, realmente, inútil.
Os sinais são perturbadores. Façamos um pequeno experimento. Por favor, descubra o que é 'auparishtaka'.
Feito?
Ok, todos vocês leitores provavelmente seguiram a mesma rotina. Abriram o Google e digitaram 'auparishtaka'. Todos vocês descobrirão os mesmos resultados. Terão visitado os mesmos websites. Terão absorvido a mesma informação. Por um breve momento, todos foram Um.
Que exemplo idiota, você dirá.
Mas espera aí - isso foi só pra acordar você um pouquinho. O grosso da coisa ainda está por vir. Segure-se: o que você lerá agora pode mudar a forma como você vê seu simpático computador e a Internet para sempre. Pronto? Ok, vamos lá:
1 - Estamos sendo transformados em ciborgues
Viajemos um pouco no tempo. Vamos para uns 10 anos atrás no tempo. Os computadores acabaram de ter seus tamanhos reduzidos, e ficaram muito, muito mais rápidos. Ok, agora vamos um pouco adiante no tempo. Para sua surpresa, descobrirá que os computadores sumiram! Eles serão incorporados. Serão construídos em nossos lares, nossas máquinas domésticas, nossos carros e... nossos cérebros.
Sim: nossos cérebros. Já existem vários experimentos com simples implantes sendo inseridos nos cérebros de pessoas. A maioria deles por motivos de saúde e integridade: os implantes trazem de volta a audição (ou parte dela) ou a visão, ou curam você de terríveis condições como depressão ou fobias extremas.
Mas alguns implantes têm uma função mais 'luxuosa'. Eles se conectam ao seu cérebro para permitir que você movimente seu braço artificial, se tiver perdido o original. Ou eles permitem que você controle o cursor do mouse no seu computador pelo poder da mente, se você estiver paralisado.
A maioria dos entendidos no assunto concordam que isto é apenas o começo. Eventualmente, veremos mais e mais destes implantes 'de luxo'. Precisa aprender grego? Apenas vá a um cyber-médico plugar um pequeno chip no cérebro, bem parecido com um memory stick. Quer uma visão melhorada? O doutor atualizará o seu córtex visual para a versão Vision 2.2. E assim vai.
Claro, estas são coisas esperadas, excitantes e boas. Mas há o outro lado. O hardware não será a única coisa a entrar em nossos cérebros. Junto com ele, a Web entrará na sua mente.
2 - Estamos sendo assimilados
Não preciso lhe dizer que a Internet está crescendo. Em pequenos países high-tech como Cingapura e Holanda, a Internet já está em todos os lugares que você vai e pra todo lugar que você olha. Jogos, compras, encontros, emails, trabalho, ler teorias de fim do mundo - tudo é feito pela Internet.
E a Web ainda está progredindo. Não está apenas cada vez mais presente nos computadores residenciais. Está entrando em nossas TVs, conquistando nossos laptops e celulares. Está rastejando para dentro de nossos carros e casas. De fato, a Internet está para incorporar todo e qualquer dispositivo que associemos com 'comunicação'.
É como se o último 'dispositivo' fôssemos nós. Claro, os computadores implantados em nossos cérebros estarão conectados à Internet. As vantagens são grandes demais para não deixar isto acontecer. Teremos a Internet em nossos ouvidos, e Internet em nossos olhos - literalmente. Nossos cérebros estarão permanentemente online.
Então, você pensa em 'auparishtaka', instantaneamente fica sabendo que é apenas mais uma palavra pra... anh, isso. Você pensa na sua tia em Timbuktu, e sua tia pensa de volta em você, abrindo uma sessão de chat telepático, cérebro-a-cérebro. Você pensa no capitão da Enterprise, Jean-Luc Picard, e uma fotografia dele surge nos seus olhos. É enviado direto para seu córtex visual, onde é traduzido em 'imagens' por seu cérebro. Você pode ouvir a voz de Jean-Luc ou obter informações sobre o ator que interpretou a personagem, os filmes que já fez. Muito conveniente!
Isto é meio difícil de imaginar, não acha? Bem - é mais complicado do que isto. Com seu cérebro online, 'você' não será mais exclusivamente 'seu'. Você, de certa forma, será um cache local para a Internet. Seu cérebro se tornará uma memória de trabalho da Internet. E é aí que as coisas começam a ficar... um tanto bizarras.
3 - Estamos virando o Borg
Então, aí está você. Você tem um computador plugado no cérebro. Sua mente está online todo o tempo. Você é um ciborgue esperto, isto é o que você é.
Mas o que está online, é vulnerável. Alguém poderia hackear sua mente. Algum gênio malvado poderia colocar um vírus na sua mente, ou um spyware em seus pensamentos. Concordemos: isto seria um tanto confuso.
Provavelmente o maior perigo seriam os vírus que se auto-constroem. Existem experimentos com software que aprende, fica mais esperto - software que evolui constantemente melhorando a si mesmo. Com cada habitante do planeta online, tal vírus teria a sua disposição um enorme poder de cálculo e processamento.
É especulativo, mas talvez você possa chamar um vírus assim de 'vivo'. Talvez você possa dizer que ele tem vontade própria. E, talvez você possa chamá-lo de O Borg.
Então, imagina só: em um momento tá tudo certo - e então, de repente, você perde o controle. Começa a ter estranhas e incontroláveis alucinações. Você escuta uma voz interna dizendo que a resistência é inútil ou vivencia uma realidade que não existe. Ficará louco. Em casos extremos, você repentinamente descobrirá que seu corpo não está mais sob seu controle. Alguém - ou algo - controla você, como um marionete. Você se tornará um prisioneiro, trancado em seu próprio corpo.
O Borg pode ordená-lo para fazer todo tipo de coisa. Eliminar todos que ainda não foram assimilados. Contra sua vontade, o Borg fará com que você encontre todos que não têm um computador cerebral. Você será forçado a operá-los e torná-los ciborgues também. Então aí está: de repente você se descobre operando o cérebro de alguém - sem consentimento do paciente ou seu;
Talvez o Borg até lhe ordene que construa uma nave espacial em formato de cubo e saia por aí, em busca de mais formas de vida para assimilar. Para o Borg, mais escravos significam: mais poder de processamento.
Então: Ser Borg ou não ser?
Você pode dar de ombros. Sério, isso não pode ser tão ruim assim. Pessoas sendo assimiladas pela Internet... isso é estranho demais para ser verdade.
Bem - não é. Lembre-se que a Internet como mídia de massa tem apenas 10, 15 anos. Isto é menos que 0,001% do tempo que nossa espécie está neste planeta. E mesmo assim, a Internet e os computadores mudaram completamente nosso mundo. E podemos ter certeza de uma coisa: não vai parar aí.
Claro, a Internet como a conhecemos hoje não tem muito a ver com Borgs e naves espaciais em forma de cubo. A Web ainda é só um monte de bits e bytes, passivamente esperando em discos-rígidos ao redor do mundo.
Mas o software que aprende sozinho, mencionado antes, poderia mudar tudo isto. Digamos que há um software que evolui sozinho com o seguinte desígnio: "Encontre uma cura para o câncer". Na verdade, softwares como este já existem: é um software que automaticamente checa determinadas moléculas para verificar se seu formato se encaixa em alguma cura para o câncer.
Ok, então suponhamos que este software fica mais esperto. Ele poderia encontrar um novo e criativo jeito de fazer seu trabalho. Tipo: "Ei, vamos escravizar todos esses humanos idiotas. Vamos forçá-los a construir um cubo gigante e sair por aí no espaço para procurar a cura do câncer." Isto seria aterrador.
Mas, ainda há um ponto de esperança no qual podemos nos agarrar. Ninguém pode prever o futuro. O problema do Borg parece real. Mas tantos outros cenários também. Talvez sejamos capazes de erguer algum tipo de firewall avançado entre os computadores e a coisa que chamamos de mente. Ou talvez possamos ver o Borg chegando e damos um jeito de pará-lo.
E se não conseguirmos... Bem, temos que levar isto em consideração. Talvez sair por aí num cubo dizendo "a resistência é inútil" pra todo mundo que encontrarmos talvez vire uma tarefa divertida apesar de tudo. Conheceremos lugares jamais vistos do universo, assustaremos todos que encontrarmos, saberemos o que significa 'auparishtaka' e descobriremos uma cura para o câncer. Realmente, ser um Borg não pode ser tão ruim.
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